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30 março 2008

Nesta semana: LINKS!

Olá marujos!
Yo-ho.

(Uns dias atrás eu estava artisticamente inspirado.

Fui me meter a besta de fazer uma simulação de
quanto dinheiro precisaria dar de entrada para comprar uma casa própria...

bem amigos, percebi que é melhor desenvolver o lado profissional.)

Nesta semana recomendarei uns Links, do IDF BLOG.
Espero que dê um Jump em seus Jobs.

Quanto cobrar: tabelas e fórmulas para avaliar o preço da prestação de um serviço.
pode parecer fora da realidade no começo, mas serve como parâmetro.

modelos de contrato: isso pode te ajudar a fazer um trabalho sério.

Estes dois já são suficientes para começar.; explorando o blog vocês encontrarão muita coisa útil.

Djamp fór iór drim.

26 setembro 2007

Falando em paper's

EEEEE aí?

Caramba... hoje o negócio tá bom...
Bonito não? Curti esse trampo pra caramba!
segue o link, divirta-se:




Outras referências.




Eu estava fazendo tranquilamente os meus papertoyart ( em breve têm mais, aguenta aí) e encontrei esse site, com uma proposta simples: Pegue uma caixa, e crie um objeto legalzinho.


Eu achei muito legal. Segue o link:




Referências! = Toyart

Ok, se vc ainda não sacou a toyart, dá uma olhada nestes trampos que você vai sacar todo o lance de "brinquedo-customizado-de-gente-grande-mas-ainda-não-entendi-a-graça":

Esse é o mais loco: http://perso.orange.fr/joshdlk/artoyz.htm

Nesse tem vários: http://www.qeester.com/sql/catalog.php

Estes não são tão "adultos" mas seguem a linha da customização( o toy como um objeto único): http://mondopanno.blogspot.com/

Este eu tb considero toy art pelo mesmo critério do anterior: http://www.aervilhacorderosa.com/

ééé´por enquanto é só.

16 setembro 2007

Na boca de lobo.

EEEEEmarujos again!?

divulgação

Nesta tarde tão conspícua ( seja lá o que for isso), trago um trabalho que achei muito bom.
É o trabalho dos caras do 6EMEIA, (http://www.6emeia.com/ ) Fazendo uma intervenção artística nos bueiros de SP. O trabalho deles já está expostos em vários outros blogs, e agora eu compartilho com a tripulação.

divulgação

Muito bom e original! Clique na imagem e dê uma olhada no trabalho dos manos. Vale a pena conhecer.

15 setembro 2007

O Triunfo do Design.

Olá Camaradas, marujos e desbravadores do novo mundo.

A Edição da Revista "Época Negócios" deste mês ( Setembro) me deixou bastante animado.

Não estou fazendo propaganda... longe disso.

Para resumir toda minha experiência: Desde o momento em que abri a revista percebi uma orientação para o Design.
Identifiquei imediatamente a linguagem de alguns dos melhores portifólios que visito, e me surpreendi ainda mais com o título da "Carta do Editor": O Triunfo do Design, onde ele apresenta orgulhosamente sua equipe de arte.
O mais legal: As ilustrações de uma das matérias principais foi feita por YUSK , um grafiteiro com um estilo muito interessante, e várias outras são de DOUG ALVES, um ilustrador mto bom.
Vá até a banca mais próxima e dê uma olhada rápida na revista. Não precisa comprar.
E qual é a Relevância deste Post?
Estas ilustrações São da Revista Época NEGÓCIOS , uma revista voltada aos empresários, falando de tendências de negócios, se utilizando da vanguarda do design( só pra lembrar, essa revista é da editora Globo...). Poderia parecer fora de contexto um grafiteiro ilustrando uma revista de negócios. Mas o Design triunfa.
Graças a Deus, um pouco de bom gosto.
Esse é o Ramo certo.

13 setembro 2007

Trabalho em Grupo.


Trabalhar em grupo é difícil. Isso não é característica exclusiva do profissional da área de Design, está presente em qualquer oficio que envolva criação :


Trabalhar em grupo é um desgaste!


Você e seu grupo: Seja escolher um tema para o TCC, resolver um desafio numa dinâmica de entrevista para emprego, um mero trabalho de faculdade, um Freelance em que você pede a mão de um camarada, ou um projeto da sua empresa. Dependendo do grupo vai ser um inferno ou um paraíso.


Você pode escolher seu grupo? Se puder ok, metade do problema está resolvido, mas ainda não é garantia de sucesso.


Trabalhe com diretrizes:


Foco no resultado: Não queira entrar na discussão de que minha-ideia-é-melhor-que-a-sua. Isso é perda de tempo, é suicídio coletivo! Quem vai decidir qual é a melhor ideia é o cliente que contratou seus serviços (ou o professor que passou a tarefa), deixe que ele decida. Se você não conhece o "gosto" do cliente ou a proposta do trabalho já começou mal.


O foco deve ser o resultado ( o trabalho pronto, da melhor maneira, dentro do prazo estabelecido).


Quem manda no grupo? Normalmente aparece alguém com uma "liderança natural", uma espécie de iniciativa que acaba coordenando o grupo. E normalmente surge alguém que quer mandar no grupo e impor opiniões a qualquer custo. O "Chefe" do grupo deve ser a pessoa com maior capacidade de organização pessoal( ele deve conseguir "dividir" o trabalho com todos sem ferrar ninguém e se lembrar das "pontas soltas" do processo), facilidade para comunicação ( tanto facilidade para expressar ideias quanto compreendê-las, e também disponibilidade para ser encontrado) e acima de tudo é o cara que vai se responsabilizar pelo sucesso ( é isso aí amiguinho! seu camarada não entregou a parte dele e você vai precisar virar a noite fazendo... isso é se responsabilizar pelo sucesso). Esse é o trabalho do "chefe". Como eu disse antes, decidir o rumo das ideias é papel do cliente. ele diz o que é melhor, e ninguém além dele deve impor opiniões.


E agora Sim, a parte importante: Mais do que respeito entre os participantes, deve existir ADMIRAÇÃO. Ser admirado é ser ouvido naquilo que você é realmente bom. Admirar é reconhecer que os outros são realmente bons em alguma coisa.


Sendo todos bons em alguma coisa, sua equipe estará completa.

É mesmo? Não diga!

Ok, vou refazer a afirmação:

Se todos são bons em alguma coisa, e o reconhecimento é mútuo, sua equipe está completa.


04 setembro 2007

micro portifólio.


Clique no logo para acessar o portifólio.

E aí camaradas! Como estão?
Não falei, mas resolvi estudar pra me aprimorar.
Fiz uns trabalhos e resolvi mostrar.
clique no logo e comente.
(as fotos usadas nas montagens são do Gettymages - http://www.gettymages.com.br/ - e do image after - http://www.imageafter.com/ - Recomendo os dois ( o getty por sua quantidade de fotos e o after por sua qualidade.).

16 julho 2007

Fim do tédio. ( faça-se)

Hehehehehe... Faça-se no stilo simpsons no SITE OFICIAL DO FILME

07 julho 2007

Estou no ramo certo.

Bom, você sabe o que dizem, não é :
A cópia é o elogio mais sincero.
Estava navegando pela net e percebí que ISSO é bem parecido com ISSO.

Não sei se eles fizeram primeiro ou se foi cópia mesmo. De qualquer forma é bem parecido e vale $20...

Isso me dá idéias...

Limpe o convés, marujo!

Obrigado pela Visita! (Foram mais de mil acessos contabilizados em 2 meses! Obrigado!)
Estou dando uma arrumada no navio. Peguei um feeling meio Campbells ( be pop). Gostou? Então pegue seu esfregão e limpe o convés. (ou então deixe um comentário...)

yo-ho!

01 julho 2007

Mais algumas referências.

Cansou de ver meus desenhos toscos e não está a fim de ler meus textos porque são muito longos?!
Você não perdeu a viajem, dê uma olhada no trabalho desses caras:

Blog Idéia forte: http://www.ideiaforte.com.br/blog/index.php
art, design, multimídia,motion graphics,cinema, street art.

Design today: http://design-today.blogspot.com/
Notícias , informações, sites e tudo que tenha algum interesse para o design gráfico.

Ussr posters: http://www.flickr.com/photos/bpx/sets/72057594117941491/
Uma incrível coleção de posters da propaganda russa de 1917-1991. É uma referência loca.

É isso. Depois tem mais.

29 junho 2007

Como avaliar uma obra? (Parte 4 – final.)


Parte 4: Profundidade do conhecimento.

Passamos a semana vendo como acontece dentro da cabeça de um espectador o processo de avaliação de uma obra artística.

Compreensão = Avaliação.

Essa formula está certa, mas ainda incompleta.

Compreensão da obra + Conhecimento da área = Avaliação

Estes dois fatores devem ser ponderados ao receber uma crítica ou elogio.
Perceba como o conhecimento influência o perfil de avaliação.

O Perfil do Amigo/Fã que não possui conhecimento da área :Olhará para seu trabalho e julgará baseado em duas variáveis: O “entendi” e o “ não entendi”. Tome cuidado com comentários vindos de uma pessoa com este perfil. Se ele te elogiar não se empolgue (Ele não têm parâmetro para saber se sua obra é boa de verdade) se ele te criticar ouça com parcimônia. (Uma crítica deste porte nem sempre atenderá seus anseios por melhoria, por orientação, e pode servir apenas como freio para sua motivação– se você estiver começando.)

O Perfil do Amigo/Fã que possui conhecimento da área: Esse é valioso. Uma pessoa com esta orientação é sensível a arte. Poderá ressaltar pontos positivos e negativos que você nem tinha imaginado. Talvez encontre em sua obra uma Genialidade-não-intencional. Talvez faça uma associação grotesca e você queira queimar sua obra. Esses caras são legais, mas não estão sempre certos.

O Perfil do Professor/irmão mais velho que não possui conhecimento: Pode soar estranho, mas este é o perfil mais abundante. Ele usará uma referência para te dizer o que é arte, e não aceitará nada além disso. Ele gostará de Da Vinci por que é bonito, mas dirá que Picasso não é arte, alegando que é capaz de fazer igual. Use seu bom senso para ver o que vale e o que não vale em sua avaliação.
O Perfil do Professor/irmão mais velho que possui conhecimento: As referência que ele carrega o ajudarão a buscar um trabalho mais completo, evitando cópias ou apenas releituras. Será a pessoa indicada para te avaliar quando você desenvolver um estilo próprio.

O perfil do Chefe/cliente sem conhecimento da área: Agradar este perfil é fácil: simplesmente faça tudo da maneira mais habitual possível. Peça para que ele te mostre um padrão a seguir, siga e ele ficará feliz. Este perfil não está aberto para inovações nem propostas criativas. Ele não quer arriscar. Não adianta falar que laranja é a cor da moda: ele quer preto porque combina com tudo. A inovação é assustadora e desagradável. Se o que você procura é a avaliação da originalidade de sua idéia, peça opinião para outro.

O perfil do Chefe/cliente que possui o conhecimento da área: Este é o perfil mais exigente e o mais enriquecedor. Se você deseja ser um profissional nesta área procure por pessoas assim. Suas avaliações geralmente são ponderadas e sóbrias. Nunca leve uma avaliação dele para o pessoal, nunca se ofenda, pois ele verdadeiramente está em busca do melhor que há em você. Talvez um dia questione sua capacidade de criação, mas na maioria das vezes ele está na expectativa da perfeição.

Perfil do concorrente sem conhecimento da área: Nem preciso falar que ignorá-lo é o suficiente. Balance a cabeça, finja que está ouvindo, diga que vai pensar sobre o assunto.

Perfil do Concorrente que Possui o conhecimento da área: Muita calma! Respire fundo e ouça tudo o que ele disser, quando passar a raiva e a vontade de surrá-lo pense no que foi dito. Você perceberá que a maior parte é opinião pessoal dele, então releve. O que sobrar pode ser verdade e é bom pedir uma segunda opinião.

Conclusão das quatro partes (parte relevante):

Nas quatro edições do Aprendiz; Roberto Justos avaliou os concorrentes tanto de forma pessoal quanto técnica. Baseou também suas decisões no conhecimento que tinha da área.

No Programa Ídolos os jurados usam sua Opinião pessoal e um perfil que varia de amigo para inimigo constantemente. Decidem o que lhes parece melhor.

Mas absolutamente nada garante que a avaliação deles foi correta.

Não se deixe impressionar pela avaliação de alguém. Simplesmente dê o melhor de si e aprenda a “avaliar uma avaliação” (isto é - entender o que é relevante na opinião dos outros) para poder crescer. Os elogios são bons, mas não são vitais. As críticas doem mas são úteis.

Espero que este artigo facilite seu processo de desenvolvimento pessoal. Ok?

Notas do autor:
1)O texto presente nestes artigos é da minha cabeça. Nada impede que eu esteja errado, e nada impede que eu esteja certo. Se você conhece algum artigo acadêmico sério que me contradiga ou que acrescente algo , por favor, compartilhe comigo.

2) Desculpem o texto longo

3) os Arquétipos expostos só servem como referência. Nem todo o chefe tem o “arquétipo do Chefe” e nem todo amigo tem o “arquétipo do amigo”. Ninguém é 100% concorrente ou professor. Use seu bom senso pra sacar qual é o tipo da pessoa que você está tratando e se beneficie disso. Blz?

27 junho 2007

Como avaliar uma Obra? (Parte3)


Eu e meus desenhos toscos...
É longo, mas prometo que compensa!!!!

Parte 3 - Arquétipos de avaliação.

Ok, se vc sacou a parte 1 e 2 tudo bem, se não beleza também. Agora vem realmente a parte legal.

Como vimos uma pessoa pode ter uma avaliação técnica ou pessoal. Mas nada impede que ela tenha uma avaliação técnica e pessoal ao mesmo tempo, como não impede a existência de uma avaliação que nem é técnica e nem pessoal.
Saca-só
Se você fizer um cruzamento “Azão-Azinho” no melhor estilo das ervilhas do Hendel Vai ter um quadro como este:



Resultado do cruzamento: Um tipo de perfil para cada avaliação, e cada avaliação com um “foco de valor”.

O Perfil do Amigo/ FãPessoal, mas não Técnica. : Este perfil de avaliação põe o “foco de valor” na compreensão pessoal. É como receber um quadro de um amigo, ou receber o desenho de um filho. O Importante é a intenção da obra, e não seu aspecto final.
Da mesma forma um fã é capaz de compreender uma letra de música que para muitos não faz sentido. Como bom admirador é capaz de encontrar a genialidade que está escondida aos olhos daqueles não acompanham a elaboração da obra. Você sempre vai gostar daquela música por que tocou num dia especial, ou sempre vai gostar daquela banda por que têm uma história de vida, sempre levará em conta a criatividade de uma peça. O que vale é a Mensagem, a Intenção, o Fim.


O Perfil do Professor / Irmão mais velho
Pessoal e Técnica
: O “foco de valor” deste perfil é o processo de execução. Você admira as pessoas que gastam tempo fazendo o que fazem, e você gosta das coisas quando são bem feitas. É claro que leva em consideração a intenção de um artista, mas o importante é o esforço pela perfeição, a dedicação do autor para conseguir superar o que é comum. Você gosta de ser surpreendido, ter sua visão preenchida, ter seus ouvidos encantados. Não gosta do que é mediano e comum. Não vê a menor graça em amadores. A clareza da mensagem é que é vital. O que vale é a Forma, o Método, o Meio.

O Perfil do Chefe / ClienteTécnica, mas não Pessoal : Este é o perfil, na minha opinião, mais difícil de ser aceito por artistas. O “foco de valor” está numa área que muitos artistas ignoram: A aplicação da arte. Uma pessoa que avalia com este perfil está preocupada em saber se a arte é ou não adequada para determinado fim. Não dá valor ao esforço do artista (por que geralmente ele está pagando por ele), não dá valor a intenção do artista (por que seu foco está no uso da obra, e não no seu significado). O importante é o nível de aceitação do desenho, o importante é o Resultado, a aplicação e o Uso. ( Muitos e muitos artistas odeiam o fato de “vender” sua arte- isto é : Produzir para agradar determinado grupo ou tipo de pessoa. Mas pense bem: Agradar pessoas também é uma arte... tente só para ver como é difícil...)

O Perfil do Concorrente / inimigoNem Técnica, nem Pessoal: Este perfil é o mais engraçado. Ele não se deixa envolver emocionalmente com a obra e nem se deixa surpreender pela técnica. Seu “foco de Valor” está no Erro de quem fez a peça. Ele quer deixar claro que seu trabalho não é bom o suficiente e vai se esforçar para encontrar um deslize. No caso de um desenho dirá que o pé do seu personagem está torto e a cor não combinou. Se for uma música dirá que não gostou do timbre da voz e ficaria melhor se você colocasse uma distorção na guitarra e acelerasse o compasso. O importante para este perfil é seu descuido, sua preguiça, sua incapacidade. Ouça com carinho avaliações deste tipo, mas não leve muito a sério.

Ok, tendo analisado estes 4 perfis (Amigo, professor, chefe e concorrente) temos respectivamente uma avaliação do Porque-Como-Para que serve uma obra e seus pontos negativos.

Se você se auto-avaliar pensando nestes perfis conseguirá fazer uma obra blindada, que resiste a maioria das críticas tolas , vai poder compreender melhor a mente de seu público - e surpreendê-lo.

Só pra acabar:
Se você fizer um sorvete de presunto :

Seu amigo dirá: Cara!!! que idéia Locaaaaa!
Seu professor dirá: Nossa!! Como você fez isso?
Seu chefe dirá: Isso não vai vender
Seu concorrente dirá: Se eu tivesse feito seria um mousse de presunto com cobertura de mussarela...

O próximo post é a conclusão. Desculpem o tamanho do texto e avaliem-no: Comentem!

25 junho 2007

Como avaliar uma obra? (Parte 2.)

Nota do autor: BRANDE???

Parte 2: Afinidades

Existem duas formas de compreender (Eu sei que existem mais, mas para começar, vamos com duas) e então duas formas de avaliar,

1º ) Pessoal: Você tem experiências e chegou à muitas conclusões. Você já tentou, você já usou, você já sentiu, você já conseguiu ou não. Quando se vê diante de uma obra artística leva toda a sua história em consideração para só então tecer um comentário. Você é capaz de sentir, de interpretar, de contextualizar uma pincelada, um tremor na entonação de uma nota, ou uma expressão no rosto. Você é capaz de refazer um olhar para entender o que está sendo dito na entrelinha. Mesmo que nunca tenha vivido a vitória numa guerra é capaz de senti-la quando vê num filme ou quadro. Feeling é o mais importante.

2º) Técnico:
Para você as coisas são muito claras. Existem acertos e existem erros. Muitas coisas não passam de “tentativas” de arte. Mal feitas, incompletas e sem estilo. Você sabe como se deve fazer. Sabe o que combina e o que não combina. Tem bom senso. Você tem uma referência clara do que é arte e do que não é. Desconfia do talento de alguns, acha que muitas formas de expressão são sem propósito. Consegue se maravilhar no jogo do claro-escuro e diferencia uma obra renascentista de uma obra barroca em três segundos. O mais importante é o talento.


Ok, se vc puder visualizar que a nossa forma de avaliar é baseada em nossa forma de entender, perceberá que as pessoas compreendem de formas distintas, e isso sempre significará Avaliações diferentes.


No próximo Post trarei alguns exemplos do assunto.

Como avaliar uma obra ? (Parte 1)

Parte 1: Suposições e fatos.

Então vamos supor que você resolveu começar a desenhar. Faz uma charge ou uma tirinha, ri sozinho por um período e resolve mostrar para um amigo, fazendo a inocente pergunta: O que você achou?

A resposta que vêm a seguir é: “Seu desenho está torto.” - Eu sei! – você replica. Não era isso que queria saber. Você queria saber se estava engraçado. Como ele não riu, você deduz que não estava.

Deste dia em diante você acha que não tem feeling pra arte e acaba procurando outra ocupação. Sei lá, ser médico, ou talvez presidente...

O FATO É : Sempre que você criar, sofrerá uma avaliação. (Desde um post num blog até uma ópera em três atos. Se você criar, será avaliado)

Eis o ponto : Como você é avaliado, com quais critérios, e se é uma avaliação justa ou relevante para você.

Vamos ver isso na sequência.

22 junho 2007

Para não dizer que não fiz nada...

Se você se interessar em conhecer algumas pessoas que eu admiro pode navegar até o fim da página e encontrá-las.

PS: Por favor, agora que vocês podem conhecer blogs bons de verdade pelo menos venham me ver de vez em quando...